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Il tempo è sempre contro di noi

Anita Ekberg no auge…

e atualmente.

Anita Ekberg, miss Suécia 1950, imortalizada por Fellini em La Dolce Vita, musa e uma das mulheres mais lindas, sensuais e cativantes de sua geração.

O clichê aqui cabe bem: como o tempo é implacável, cruel, impiedoso. Beira a tristeza. Especialmente no caso de divas que estão marcadas em nossa memória no esplendor…não, o tempo não deveria passar assim. Não é justo…

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La Dolce Vita

La Dolce Vita – Federico Fellini – 1960 – *****

Filme símbolo, clássico e imortal. Marco de Fellini e cheio de peculiaridades. Mastroiani fabuloso numa película que toca em diversos assuntos com torpor e precisão. Cenas que mais parecem pinturas. Obrigatório.

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Barry Lyndon

Barry Lyndon – Stanley Kubrick – 1975 – *****

Soberbo.

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Ali

Ali – Michael Mann – 2001 – ****

Nunca escondi minha admiração por Michael Mann. Para mim, pouquíssimos cineastas tem o talento e a competência para fazer filmes tão redondos e eficazes, beirando o impecável. Além de ótimo diretor, o cara ainda escreveu O Último dos Moicanos, Fogo Contra Fogo, O Informante e Miami Vice, além deste Ali. O que falar?

Para contar a história de uma dos maiores esportistas de todos os tempos, como também uma personalidade consagrada e adorada mundialmente, controverso, político, religioso, mulherengo, carismático, divertido, firme, com uma biografia cheia de reviravoltas e redenções, Mann escolheu Will Smith para o papel principal. E quem diria que um ator que começou como “The Fresh Prince Of Bel Air”, além de uma carreira de rapper de qualidade no mínimo duvidosa – para usar um eufemismo – conseguiria amadurecer tanto, levando-o à sua primeira, e merecida, indicação ao Oscar num papel principal. A entrega de Smith ao personagem, física, mental, nos trejeitos, na fala e no olhar é fascinante, além de uma considerável semelhança com Ali jovem. Jamie Foxx e Jon Voight também estão excepcionais.

Dada a quantidade de coisas a tratar, o filme acaba ficando confuso demais em certos momentos…mas após um primeiro ato problemático, desenrola-se de modo equilibrado, nos levando para dentro do universo conturbado de Muhammad. Dificilmente alguém faria melhor.

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Eu NÃO quero saber quem matou Isabella Nardoni

É sempre a mesma coisa. Fetiches da mídia. Overdose. Exploração irrestrita e sem escrúpulos de certo caso. Exagero. Ética. O imenso abismo que existe entre a teoria, as técnicas, o código e a prática do jornalismo. Show de horror. Must go on. Tédio.

Sempre que algum tema, de grandes proporções, como o acidente da TAM ano passado, ou algo que tenha apelo sentimental o suficiente e que ao mesmo tempo é eleito para ser aproveitado como tal, somos expostos ao que o (tsc) “quarto poder” têm de pior. Semana passada, o jornal Hoje, um dos formatos mais palatáveis da Globo, para mim, especialmente pela simpatia dos dois apresentadores, conseguiu a façanha de me enojar: cartinhas de Alexandre, o pai, endereçadas à filha, eram lidas no ar em tom melancólico. A vida da família devassada abruptamente em rede nacional. Honestly, não me interessa saber quem é o responsável pela morte de Isabella.

Menino arrastado pelas ruas do Rio, Isabella, TAM, Cartões Corporativos, Dossiê Falso, Ingrid Betancourt…apenas alguns dos fetiches recentes com que a mídia, em dado momento, resolve esgotar até a última gota e SÓ se fala nisto nos noticiários, na TV, na internet. É impossível ficar imune. Sempre que assuntos do gênero começam a serem explorados, eu mudo de canal, viro a página, ignoro a manchete, o link. A última coisa que se vai encontrar quando caímos em freak shows do tipo é jornalismo. E não só por respeito à minha classe, mas como público, ouvinte e leitor, por respeito à minha inteligência, minha mente e meu espírito, bem como aos envolvidos na questão, tento o máximo passar batido por isto. Quando o assunto, naturalmente, vai cansando…relegado a suítes cada vez menores, e cai no esquecimento…basta que se escolha o próximo alvo.

Sinto um asco tão grande nestas horas que chega a bloquear o cérebro. E o mais saudável a se fazer é ficar longe do “jornalismo”. Emburrece.

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The Usual Suspects

Os Suspeitos – Bryan Singer – 1995 – ***

Overrated. Mais glorificado do que merece. O final é bem pensado, sim, ok, mas nada exatamente genial.

Spacey chorão e panaca demais (mesmo que propositadamente, para o que o filme desejava, irrita) e Palminteri insuportável. Já parece velho, manchado. Memorável apenas pelo desfecho, mas nada que chegue a ser um filme de gênero que mereça o status de imprescindível.

But, talvez eu esteja sendo cruel demais. Rs. Vale a sessão.

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